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policiais civis no cenário político
Integrantes das carreiras policiais civis participantes do cenário político nacional.
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Ex- Secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública do Estado de São Paulo, Delegado de Polícia Armando Ferreira da Rosa.
Tornou-se bacharel em Direito em 1916, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, também conhecida como Faculdade de Direito do Largo de São Francisco ou ainda "Faculdade das Arcadas" (em alusão a sua arquitetura).
Após a sua formatura ingressou imediatamente na policia judiciária.
Militou no “Centro Acadêmico XI de Agosto” em 1912, fazendo parte de sua diretoria, ocupando o cargo de procurador, sendo reeleito para o mesmo cargo no ano seguinte.
Antes de formado, já se dedicava à polícia judiciária, tendo ocupado o cargo de Suplente de Delegado na 4ª Circunscrição da Capital em Junho de 1914. Fez carreira policial como delegado nos mais diversos postos na Capital e no Interior, culminando sua carreira como Delegado Regional de Santos abrangendo também o Comando Geral da Policia Marítima que disciplinava não só a Imigração, como também a manutenção da ordem pública no maior porto da América Latina, o Porto de Santos. Em 27 de março de 1930 foi convidado pelo Governador do Estado de São Paulo, Júlio Prestes de Albuquerque, a ocupar o posto máximo da carreira policial, o de Secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública do Estado de São Paulo.
Tornou-se bacharel em Direito em 1916, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, também conhecida como Faculdade de Direito do Largo de São Francisco ou ainda "Faculdade das Arcadas" (em alusão a sua arquitetura).
Após a sua formatura ingressou imediatamente na policia judiciária.
Militou no “Centro Acadêmico XI de Agosto” em 1912, fazendo parte de sua diretoria, ocupando o cargo de procurador, sendo reeleito para o mesmo cargo no ano seguinte.
Antes de formado, já se dedicava à polícia judiciária, tendo ocupado o cargo de Suplente de Delegado na 4ª Circunscrição da Capital em Junho de 1914. Fez carreira policial como delegado nos mais diversos postos na Capital e no Interior, culminando sua carreira como Delegado Regional de Santos abrangendo também o Comando Geral da Policia Marítima que disciplinava não só a Imigração, como também a manutenção da ordem pública no maior porto da América Latina, o Porto de Santos. Em 27 de março de 1930 foi convidado pelo Governador do Estado de São Paulo, Júlio Prestes de Albuquerque, a ocupar o posto máximo da carreira policial, o de Secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública do Estado de São Paulo.

Ex Governador, Presidente do Tribunal de Contas e Secretário da Justiça do Estado de São Paulo, Delegado de Polícia José de Moura Rezende.
Nasceu em Caçapava (SP), no dia 26 de outubro de 1896. Estudou na Escola de Comércio Álvares Penteado (SP) e conclui seus estudos superiores em 1919, na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro.
Foi Delegado de Polícia no município de São Roque, 1920 a 1921 e posteriormente Delegado em Ibiúna. A 15 de janeiro de 1923 iniciou o mandato de vereador em Caçapava, cargo no qual permaneceu até 30 de agosto de 1925. De 15 de janeiro de 1926 a 27 de outubro de 1930, prefeito da Caçapava.
Em 1935 foi eleito deputado estadual e cumpriu o mandato até 10 de novembro de 1937 e após, Secretário do Governo (Chefe da Casa Civil).
Moura Rezende torna-se então Secretário de Justiça, função que se estende até 5 de junho de 1941. Em 1939, quando assumiu a função de Interventor Federal substituto em São Paulo (Governador).
Em 1950, de 30 de janeiro a 30 de junho, Moura Rezende foi Secretário da Educação.
De 1951 a 1954, volta a ser deputado federal, . Em 1953, de 9 de setembro a 3 de dezembro, nomeado Secretário da Educação (durante o governo de Lucas Nogueira Garcez.
Em 4 de dezembro de 1954, é nomeado Ministro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Moura Rezende assume, a 29 de dezembro de 1958, a presidência do Tribunal de Contas do estado de São Paulo para o biênio de 1959-1961.
Faleceu na cidade de Caçapava, em dezembro de 1.965.
Nasceu em Caçapava (SP), no dia 26 de outubro de 1896. Estudou na Escola de Comércio Álvares Penteado (SP) e conclui seus estudos superiores em 1919, na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro.
Foi Delegado de Polícia no município de São Roque, 1920 a 1921 e posteriormente Delegado em Ibiúna. A 15 de janeiro de 1923 iniciou o mandato de vereador em Caçapava, cargo no qual permaneceu até 30 de agosto de 1925. De 15 de janeiro de 1926 a 27 de outubro de 1930, prefeito da Caçapava.
Em 1935 foi eleito deputado estadual e cumpriu o mandato até 10 de novembro de 1937 e após, Secretário do Governo (Chefe da Casa Civil).
Moura Rezende torna-se então Secretário de Justiça, função que se estende até 5 de junho de 1941. Em 1939, quando assumiu a função de Interventor Federal substituto em São Paulo (Governador).
Em 1950, de 30 de janeiro a 30 de junho, Moura Rezende foi Secretário da Educação.
De 1951 a 1954, volta a ser deputado federal, . Em 1953, de 9 de setembro a 3 de dezembro, nomeado Secretário da Educação (durante o governo de Lucas Nogueira Garcez.
Em 4 de dezembro de 1954, é nomeado Ministro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Moura Rezende assume, a 29 de dezembro de 1958, a presidência do Tribunal de Contas do estado de São Paulo para o biênio de 1959-1961.
Faleceu na cidade de Caçapava, em dezembro de 1.965.

Delegado de Polícia Arthur Leite de Barros Junior, por duas oportunidades foi Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, na década de 30.

Delegado de Polícia Pedro Manuel de Toledo .
✩ 29 de junho de 1860
† 29 de julho de 1935
Foi o 4º interventor federal a ocupar o governo do Estado de São Paulo.
Foi Procurador Fiscal da Tesouraria Provincial de São Paulo e, depois, Delegado e chefe de polícia interino de São Paulo. Comandante interino da Guarda Nacional, em 1893. No poder legislativo, foi Deputado Estadual entre 1895 e 1910 e também fundador e membro da Academia Paulista de Letras, titular da cadeira nº 39. Na área federal, durante o governo de Hermes da Fonseca ocupa os ministérios da Agricultura (1910/1913) e da Viação e Obras Públicas (1912).
Foi embaixador do Brasil, na Itália (1914/1917) e na Argentina (1919/1926). Volta para o Brasil e, em 1932, é nomeado interventor federal em São Paulo, cargo que ocupa de 7 de março a 10 de julho de 1932, quando foi nomeado, por aclamação governador de São Paulo. Participou do movimento constitucionalista de 1932, sendo comandante civil da Revolução Constitucionalista. Após o episódio de 23 de maio de 1932, quando foram mortos os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, cujas iniciais deram origem ao movimento MMDC, foi aclamado Governador Civil da Revolução de 1932. Três meses de luta, São Paulo foi derrotado e Pedro de Toledo deposto, preso e exilado, só retornando ao Brasil em 1.934.
✩ 29 de junho de 1860
† 29 de julho de 1935
Foi o 4º interventor federal a ocupar o governo do Estado de São Paulo.
Foi Procurador Fiscal da Tesouraria Provincial de São Paulo e, depois, Delegado e chefe de polícia interino de São Paulo. Comandante interino da Guarda Nacional, em 1893. No poder legislativo, foi Deputado Estadual entre 1895 e 1910 e também fundador e membro da Academia Paulista de Letras, titular da cadeira nº 39. Na área federal, durante o governo de Hermes da Fonseca ocupa os ministérios da Agricultura (1910/1913) e da Viação e Obras Públicas (1912).
Foi embaixador do Brasil, na Itália (1914/1917) e na Argentina (1919/1926). Volta para o Brasil e, em 1932, é nomeado interventor federal em São Paulo, cargo que ocupa de 7 de março a 10 de julho de 1932, quando foi nomeado, por aclamação governador de São Paulo. Participou do movimento constitucionalista de 1932, sendo comandante civil da Revolução Constitucionalista. Após o episódio de 23 de maio de 1932, quando foram mortos os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, cujas iniciais deram origem ao movimento MMDC, foi aclamado Governador Civil da Revolução de 1932. Três meses de luta, São Paulo foi derrotado e Pedro de Toledo deposto, preso e exilado, só retornando ao Brasil em 1.934.

Delegado de Polícia Reynaldo Porchat.
Nasceu em Santos a 23 de maio de 1868.
Iniciando-se, aos doze anos, na carreira comercial, abandonou-a para estudar Humanidades, a princípio em São Paulo e, em seguida, no Rio de Janeiro.
Em 1888, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Poeta, orador e jornalista. Quando acadêmico foi propagandista da República e, como tal, membro do Club Republicano Acadêmico e redator do periódico político A República. Já então lecionava História do Brasil no Liceu de Artes e Ofícios, do qual veio a ser presidente de honra.
Em dezembro de 1891, recebeu o grau de bacharel. Aprovado em concurso, foi nomeado lente substituto da primeira seção em outubro de 1897, recebendo o grau de doutor em 23 do mesmo mês. Em julho de 1903, foi nomeado mestre catedrático de Direito Romano.
Logo depois de formado, exerceu o cargo de Delegado de Polícia na capital de São Paulo. Em 1923 foi eleito senador estadual, tendo cumprido o mandato por um biênio, renunciando em 1925. Foi um dos fundadores do Partido Democrático.
Nomeado diretor da Faculdade de Direito em 1930, em 1934 foi escolhido reitor da Universidade de São Paulo. Foi também nomeado membro do Tribunal Regional de Justiça Eleitoral, aí servindo como juiz por mais de dois anos, só deixando o cargo para assumir a reitoria da Universidade. Foi-lhe conferido o título de professor emérito.
Desde 1915 representou, mediante sucessivas reeleições, a Faculdade de Direito de São Paulo no Conselho Superior de Ensino e depois no Conselho Nacional de Ensino.
Foi membro da comissão correspondente ao Groupement des Universités et Grandes Écoles de France (que fundou em São Paulo o Liceu Franco-Brasileiro), membro do Commité France-Amérique, bem como da Academia Paulista de Letras.
Faleceu a 12 de outubro de 1953.
A Academia de Polícia desde o dia 11 de maio de 1970, se localiza na Praça Professor Reynaldo Porchat, nº 219 - Cidade Universitária, Butantã, São Paulo.
Nasceu em Santos a 23 de maio de 1868.
Iniciando-se, aos doze anos, na carreira comercial, abandonou-a para estudar Humanidades, a princípio em São Paulo e, em seguida, no Rio de Janeiro.
Em 1888, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Poeta, orador e jornalista. Quando acadêmico foi propagandista da República e, como tal, membro do Club Republicano Acadêmico e redator do periódico político A República. Já então lecionava História do Brasil no Liceu de Artes e Ofícios, do qual veio a ser presidente de honra.
Em dezembro de 1891, recebeu o grau de bacharel. Aprovado em concurso, foi nomeado lente substituto da primeira seção em outubro de 1897, recebendo o grau de doutor em 23 do mesmo mês. Em julho de 1903, foi nomeado mestre catedrático de Direito Romano.
Logo depois de formado, exerceu o cargo de Delegado de Polícia na capital de São Paulo. Em 1923 foi eleito senador estadual, tendo cumprido o mandato por um biênio, renunciando em 1925. Foi um dos fundadores do Partido Democrático.
Nomeado diretor da Faculdade de Direito em 1930, em 1934 foi escolhido reitor da Universidade de São Paulo. Foi também nomeado membro do Tribunal Regional de Justiça Eleitoral, aí servindo como juiz por mais de dois anos, só deixando o cargo para assumir a reitoria da Universidade. Foi-lhe conferido o título de professor emérito.
Desde 1915 representou, mediante sucessivas reeleições, a Faculdade de Direito de São Paulo no Conselho Superior de Ensino e depois no Conselho Nacional de Ensino.
Foi membro da comissão correspondente ao Groupement des Universités et Grandes Écoles de France (que fundou em São Paulo o Liceu Franco-Brasileiro), membro do Commité France-Amérique, bem como da Academia Paulista de Letras.
Faleceu a 12 de outubro de 1953.
A Academia de Polícia desde o dia 11 de maio de 1970, se localiza na Praça Professor Reynaldo Porchat, nº 219 - Cidade Universitária, Butantã, São Paulo.
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